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Introdução

A rocha, em geral, é um dos recursos naturais mais importantes e de maior contribuição para a construção civil. Além da aplicação direta, as rochas são utilizadas como matéria prima para a confecção de diversos produtos, tais como peças de móveis.

Desde a época do Império Romano, o ser humano utilizava o basalto e o sienito como materiais de construção, desta forma, estes nomes continuam até o presente. Na época da colonização portuguesa, foram utilizadas no Brasil as rochas graníticas e gnáissicas talhadas, ou seja, não polidas, para colunas de prédios, molduras de janelas, escadas externas, etc. (Fig. 1). O uso das rochas para decoração interna foi após a independência do Brasil, aplicando-se os mármores polidos importados da Europa para piso, escada, pia, etc.

A produção nacional de mármore iniciou-se no Século XX, em 1908, no Município do Mar de Espanha, sul do Estado de Minas Gerais e, em 1938, conseguiu cobrir 73% do consumo nacional. Até a primeira metade do Século XX, os mármores foram mais utilizados para usos ornamentais altamente decorativos, portando, as lojas que trabalham com rochas ornamentais são denominadas, até o presente, "marmoraria". Junto com a importação da tecnologia de corte das rochas por meio de serras diamantadas motorizadas em maiores escalas industriais, o uso dos "granitos" iniciou-se na década de 1950.

  Atualmente, observa-se a utilização das rochas na forma talhada na construção de meios fios, muros, pontes, revestimentos de túneis, calçamentos, bem como na forma polida, nos revestimentos para pisos, fachadas de prédios e paredes em ambientes internos e externos, e também como peças de ornamentos domésticos. O presente trabalho mostra uma visão geral das rochas ornamentais do Brasil, com enfoque especial dos "granitos".

Fig. 1 - Uso de paragnaisse não polido para a coluna observada em uma construção do Século XIX, Museu Imperial, Município de Petrópolis, RJ.


Rochas ornamentais

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