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Ensaios com rochas com superfície irregular (1/2)

Uma questão interessante do presente trabalho foi o exame das imagens digitalizadas de amostras com superfície irregular. Conforme o afastamento da amostra a partir do plano do scanner, ocorre a desfocalização da imagem (Fig. 3). Portanto, o limite da aplicabilidade depende do relevo relativo máximo do plano da amostra a ser submetida (Fig. 4). Desta forma, é necessário determinar o grau quantitativo da desfocalização, conforme a distância de afastamento a partir do plano do scanner.



Fig. 3 - Observação da desfocalização conforme a distância entre o plano de scanner e a superfície polida da amostra: 0, 3, 6, 9, 12, 15, 18, 24, 30, 36 mm. A resolução utilizada é 600 dpi e as imagens são corrigidas por "Auto Levels".


Fig. 4 - Definição de "relevo relativo máximo", que corresponde à rugosidade, da amostra de rocha com superfície irregular.


Foram realizados os ensaios utilizando-se a mesma amostra de álcali sienito com superfície polida, em distância de afastamento de 0, 3, 6, 9, 12, 15, 18, 24, 30 e 36 mm. Em cada distância de afastamento, foram capturadas as imagens com resolução 75, 100, 150, 200, 300, 400, 600, 800 e 1200 dpi (Fig. 5). A aquisição da imagem foi a cores (color mode). Após a obtenção, as cores das imagens foram corrigidas via software, utilizando-se a função "Auto Levels" de Photoshop (versão inglês, refere-se Greenberg & Greenberg, 1997), e transformadas em tons de cinza (Grayscale). A correção via hardware não foi utilizada, deixando-se em padrão (default).



Fig. 5 - Método de exame quantitativo da desfocalização da imagem de acordo com o afastamento a partir do plano de scanner.



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